sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Grupo Recreativo e Cultural Domingos Rebelo


O início do ano letivo 2015/ 2016 contou com a atuação do Grupo Recreativo e Cultural Domingos Rebelo, a 14 de setembro - Dia do Prosucesso. 

O Grupo Recreativo e Cultural Domingos Rebelo surge da necessidade dos elementos que compõem esta coletividade complementarem a atividade exercida na escola com uma componente lúdica, que lhes permita acentuar o sentimento de pertença, pelo prazer de desfrutar dos momentos de partilha de uma aprendizagem que os transporta para as raízes da cultura portuguesa. A sustentação de um grupo, que pretende ser inclusivo de quem vem de diferentes regiões do nosso país e participa na construção de uma escola com o mesmo objetivo de inclusão, deve basear-se no prazer de viver e promover a divulgação da cultura popular portuguesa, nomeadamente da canção e do folclore tradicional com abrangência nacional.


Nesta perspetiva, citando o coordenador deste projeto, o professor José Olivério, “somos uma agremiação que exige o efetivo compromisso dos elementos que a constituem. Contudo, sabemos que não podemos ser um grupo fechado, pois há elementos jovens cuja mobilidade profissional pode exigir a necessidade de integrar novos participantes, o que determina que tenhamos uma coesão plástica e segura, necessária também à nossa consolidação”. Uma das originalidades deste grupo está na formação dos pares, que representam as diversas regiões do país. Assim, o par José Olivério e Cesária Magalhães, representam a Madeira; Simão Alvar e Ana Macedo, os Açores; Mª Clara Castro e Armando Branco, Trás-os-Montes; Paulo Borges e Adriana Viveiros, Minho; Jorge Fernandes e Ana Lúcia Figueiredo, Beira Litoral; José Cabral e Carla Amaral, Nazaré; Rodrigo Raposo e Ana Rita Costa, Ribatejo; Valeriano Correia e Vera Máximo, Alcácer-do-Sal; Alberto Gomes e Mª Antónia Bermonte, Algarve. Fazem, ainda, parte deste grupo Ana Cristina Silva (violino), António Dutra e Luis Duarte (viola), João Matos (acordeão), e Rogério Mota e Sofia Raposo (viola da terra). Para este grupo, a escola é mais do que o local onde exercem a  atividade profissional, procurando dar algo mais à comunidade escolar na divulgação da cultura tradicional e no apoio à integração de novos profissionais.

Um artigo do projeto Fora de Portas
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